Sendo Super

Olá, super-seguidores!
Como estamos todos?
Super?
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Já deu pra notar aonde estou indo com tanto “super”, né?
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Bem, farei aqui aquela famosa perguntinha… Se vocês tivessem um super poder ou conjunto de poderes, qual(is) seria(m)?
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Agora vamos para as considerações. Eu não quero ouvir respostas vazias e sem intenção não. E quero que vocês levem em conta suas vidas HOJE… Se você HOJE tivesse um ou vários poderes… Quais seriam?… Por que e, o mais importante, como isso mudaria a sua vida?
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Sabe qual o meu preferido? Telecinese. Mas adoro pensar nele além do óbvio. Eu levo a ideia da telecinesia ao nível subatômico. Minha ideia de telecineta é quase a de um deus, podendo mover átomos e criar coisas do nada.
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Mas quais as questões que TER PODERES levanta? Você já se perguntou? Você está certo de que seria capaz de ser super?
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Primeiro tem o problema da identidade. Não vamos pensar que um par de óculos nos serviria. Depois, tem o problema que pede que tenhamos uma identidade secreta: separar a vida super de nossa vida normal. Proteger nossos entes queridos.
Mas e o peso de se poder fazer algo extraordinário?
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Se imagine com o poder da cura. Você consegue enxergar o problema que isso lhe traria? Primeiro tem o problema religioso… Depois tem o problema social… Por que não curar a todos? Você teria fôlego pra isso?
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E os que chegariam oferecendo dinheiro para furar a fila? Ah, você não cura por dinheiro? Bem, os médicos tão aí pra provar que usar suas habilidades de cura para ganhar dinheiro não é pecado. Se eles podem, por que você não? Policiais ganham também pra proteger. De repente a imagem do Capitain Amazing não é tão absurda assim, com seu uniforme cheio de patrocínios.
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E quem merece sua cura? Quem chegar primeiro? Quem for mais influente? Quem tiver mais dinheiro?
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Você tem capacidade psicológica necessária para ter esses poderes? Como você lida com momentos de tensão e stress? Quando provocado? Quando humilhado? Você cortaria (sem querer) a cabeça de um babaca que te tirasse do sério com o raio que sai de sua boca?
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E se você pertence a uma minoria ou simpatiza com sua causa? Como é quando você dá de cara com tanta intolerância e hipocrisia no mundo? Dá vontade de destruir tudo e reconstruir do zero, não!?
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E se a única salvação da humanidade está em suas mãos, filho de Deus pai, todo poderoso, enviado por Ele mesmo à terra para livrar os pecadores de sua eterna dor?
E se o culto ao lado só ora e louva nas horas mais inoportunas? Você vai mostrar-lhes o caminho do paraíso?
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E a lei? Você se encaixa nela? Você está acima dela?
E você em relação aos humanos?
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Ora, se por vezes alguém se sente mais que outros por ter um celular melhor ou um carro melhor, por que motivo isso seria diferente se você pudesse mais? Voar? Criar imensas bolas de fogo? Controlar os elementos? (adoro série como THE 4400, que trazia uma nova forma de se ver habilidades extraordinárias. Os poderes eram bem específicos e serviam a propósitos específicos. Fascinante!)
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O pensamento é o seguinte: quando você anda, você se importa com as pequenas formigas aos seus pés? Quantas formigas e baratas e outros insetos você matou ontem? Não lembra? Isso acontece por você não se importar com eles.
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Será que você mudaria sua forma de pensar e ver o mundo uma vez que o mundo ao seu redor passaria a ser visto com outros olhos? E se você descobrir que existe vida após a morte… por que a vida continuaria tão importante?
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São muitas questões e acho que nada que tenha falado aqui é novidade. Só digo uma coisa… a maior mentira da humanidade é dizer que “deus dá o cobertor de acordo com o frio”. Isso é balela pra fazer os mais fracos acreditarem em si e em sua capacidade de superar as dificuldades. Nem todo mundo supera.
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E você? Superaria a dificuldade de um dia acordar Super ou isso não seria dificuldade?
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Um super-tial pra vocês.
Stay creative!
A Neura.
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PS: deixo vocês com a cantiga A Place in Time da abertura de THE 4400. Só eu sei a falta que sinto dessa série.
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Ps2: Ah, aproveito e deixo a dica também da interessante série Alphas.
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[atualizado]
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10 respostas em “Sendo Super

  1. Você colocou muitas questões sobre o ser super… E eu nem saberia, mesmo agora, responder de um jeito concatenado. Bem, no meu caso, acho que minha relação com Shayera pode ilustrar bem essa coisa que você falou sobre que poderes teria baseado no HOJE. Bem, Shayera vem de um planeta de guerreiros, parecem espartanos alados. Thanagarianos têm uma ética inabalável, seu povo acima de tudo; é uma lealdade a uma causa, a um ideal, que é digna de respeito e admiração e isso emite uma força que… Bem, eu não vejo isso HOJE em nosso planeta… Em lugar nenhum. Pelo menos não entre os humanos. Eu vejo muita lealdade e companheirismo entre algumas espécies de animais, mas isso é outra história.
    Então eu queria a FORÇA de Shayera, não só física, não só a sua incrível habilidade de lutar e suas asas feitas de um material alienígena acopladas em suas costas que lhe permitem voar. Mas, e talvez, principalmente, a FORÇA de caráter que a faz lutar contra tudo aquilo que fere seus princípios; disposta a pagar o preço necessário para fazer aquilo que considera certo. Eu também gostaria de ter a habilidade que ela tem de falar tudo o que pensa, do jeito que pensa, sem se importar se está agradando ou não. Mesmo porque ela pode bater à vontade em quem não gostar do que ela disser… rsrsrsrrs Gostaria de poder, como ela, gritar a minha sinceridade, sem ter que ficar pisando em ovos com as pessoas desse mundo (aquelas que, se fosse por nossa vontade, nem sequer teríamos conhecido) com quem precisamos “socializar” para, de algum jeito, sobreviver, conseguir atingir um objetivo importante. Somente com meu marido (@MauriceLacroix) posso ser mais eu. Assim como ele diz o que pensa do jeito que pensa, abre a porta para que eu também possa agir assim. Já é um alívio não ter que mascarar sentimentos dentro da própria casa, né?

    Eu não sei se respondi sua pergunta… Mas foi isso que veio na minha cabeça meio confusa.
    Bom domingo.

    • Olá!
      Primeiro digo que TODA resposta é válida se nos faz pensar.
      Segundo, é bem verdade que você respondeu o inverso do perguntado e, creio, daria para abrir um novo post indo por esse lado, onde perguntaria sobre o caráter e personalidade dos heróis. O que seria preciso um super ter (cacofonia horrorosa) para ser um herói? Digo, neste mundo, podemos ter dois tipos de heróis. Um com super-poderes e um sem. Logo, os poderes não são pre-requisitos para ser um herói. No entanto, todos têm caráter inabalável e estrutura psicológica para sê-lo, ou não o são. Entende?
      Minha pergunta foi voltada para os poderes, questionando se você ou quem mais respondesse tem a outra parte necessária. Todos nós desejamos, no fundo de nossa alma pueril, ter alguma habilidade super e, a partir do momento que a temos, seríamos capazes/dignos de seu uso?
      Eu concordo com o que disse, cada palavra. Eu também queria essa FORÇA. Se todos em nosso pequeno planeta a tivéssemos, talvez não precisaríamos de super-heróis. Só que aí (cacofonia) eu faço outra pergunta: e quando esta FORÇA para lutar pelo que acredita não nos trariam mais problemas? E se as pessoas que a possuem acreditam e lutam por coisas que trazem um suposto bem apenas para um grupo em detrimento do bem estar de outros? E se isso traz a guerra? Quero dizer, o certo pra um pode ser o errado pra outro… mas aí já são outros 500.
      🙂
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      Mais uma vez, muito obrigado pela participação!
      Bondo Mingo!
      Polineusa… a Neura.

      • Bem, respondendo diretamente à sua pergunta, que eu meio que mencionei: eu queria ter a super força, e a habilidade de voar, ainda que não natural, como é o caso dos thanagarianos. Também queria a velocidade (precisava ser tão super como a do super-man não). Ah, e eu queria ter aquele… Como é mesmo o nome? Aquele sentido de aranha que o Spider Man tem. Nunca quis nada muito aloprado, como os poderes do Peter Petreli, da série Heros. Alias, o que é aquilo? Considero uma alopração muito super especial mágica demais, até para o universo dos quadrinhos…
        Bem, sobre a questão: “e quando esta FORÇA para lutar pelo que acredita não nos trariam mais problemas? E se as pessoas que a possuem acreditam e lutam por coisas que trazem um suposto bem apenas para um grupo em detrimento do bem estar de outros? E se isso traz a guerra? Quero dizer, o certo pra um pode ser o errado pra outro…” Eu sinceramente não creio em decisões e atitutes que beneficiem TODO o mundo. Sinto decepcionar as misses do planeta, mas a paz mundial é um sonho que nunca vai deixar de ser sonho. Ou melhor, vai deixar sim, no dia que toda a raça humana for extirpada da face da Terra. Porque acredito que o conflito, a luta, a competição, seja lá pelo que for, faz parte da natureza humana. Faz parte de tudo o que tem vida; tá aí Charles Darwin para nos mostrar. O interessante é que a raça humana é a única que consegue levar essa característica inata a níveis exorbitantes de destruição.
        Super-heróis ou não, quando lutamos por uma causa e somos coerentes com isso, com o que acreditamos e o que fazemos, o que vai nortear nossas ações é o bom senso. Shayera, em “escrito nas estrelas” era uma oficial thanagariana impecável, mas quando descobriu que os planos de seu povo incluiam destruir a Terra ( em nome da causa thanagariana!), ela se voltou contra a propria raça e ajudou a liga da justiça a impedir a execução do plano.
        Então ser fiel a uma causa é uma coisa, fanatismo é outra. E aí entra o bom senso, qualidade que, infelizmente, parece que nem todo ser humano tem…

      • Falou e disse!
        .
        Eu gosto do exemplo da Jornada nas Estrelas. No dia em que deixaram as guerras de lado, eles foram catar problemas noutros planetas, hahahahah.
        .
        Agora, pro lado prático. Você com suas asas e força e spider-sense. Você ouve na tv algo sobre reféns num banco. Você olha pro seu marido no computador, diz que vai na esquina comprar uma bic e bate as asinhas pro local do crime.
        E ele nessa história?
        E as possíveis mortes que poderiam acontecer?
        E a culpa?
        E a falta de treino?
        Você se dedicaria a esta nova vida?
        A existência do poder justificaria seu uso?
        Qual seria a repercussão de uma mulher alada na enorme cidade de cabeças pequenas que é Fortalesma?
        🙂

        Obrigado pelo comentário mais uma vez.

  2. Ótimo episódio, “O Dia da Paz”, senão me engano. Muito bom exemplo de bom senso aplicado a uma determinada situação.
    Bem, em primeiro lugar, meu marido iria saber da minha identidade secreta e ia achar o máximo. Segundo, se fosse pra eu usar meu poderes em publico, seria em horario de expediente, sendo muito bem remunerada pelo ESTADO, com todos os direitos garantidos (ferias, 13º, FGTS, INSS…). E SEM EXECEÇÃO! Nada de hora extra para mim. Que outro herói cubra o plantão da noite. Ah, não tem? Que pena… Minha prioridade é meu marido, minha família. E eu nunca abriria mão disso. Eu seria capaz de jogar no lixo TODAS as minhas habilidades se tivesse que escolher entre elas e Rochett. Ele é minha prioridade, minha família é minha prioridade.
    Falta de preparo? Falta de treino? Culpa? Neurótica, TODO mundo tem que lidar com isso na vida.
    Possíveis mortes? A despreparada policia brasileira tem disso um cotidiano…
    Por outro lado, sei que eu nunca iria lidar com a culpa de deixar meu marido sozinho para atender uma emergência fora de hora e, ao voltar para casa, encontrar tudo destroçado e o corpo dele cravado de balas, estatelado no chão.
    Até os super-heróis precisam se conscientizar de suas limitações e fazer escolhas. E depois conviver com elas.
    Rochett sempre foi minha única escolha, sempre vai ser, sendo eu super ou não.
    Na boa, Neurótica, para mim, não existem “SEs” nesse contexto. É tudo muito simples, muito claro.
    Sem dúvidas.

    Fortalesmas? kkkkkk! Sei lá qual seria a repercussão… Não me importo com o que os outros pensam.
    Vou “patrulhar”, que a hora do intervalo acabou. Até mais!

    • Eu sempre vejo essas questões com vários olhos… por um, tem a questão pessoal, individual, de sobrevivência… por outro vejo um mundo com a enorme necessidade de bem-feitores, de caridade, a questão do mundo como conjunto que precisa sobreviver junto ou ninguém sobrevive.
      Devo confessar que esse tipo de explicação não me afeta, digo, “mas todos passam por isso”. Não é por que outros também perdem seus pais que a perda dos meus doerá menos ou será mais fácil. Não é por todos terem de passar por certas provações que as minhas virão e irão mais facilmente.
      Quanto ao não se importar com o que os outros dizem ou pensam acho que chega ao ponto, então, de se perguntar “pq ajudá-los então?”. Quero dizer, se estou ajudando a terceiros, é de meu interesse saber se minha ajuda está sendo apreciada ou não. Se EU for um desses terceiros e chega um metido forçando sua ajuda a mim… O QUE É ISSO!? Eu sei que tem a parte do “fazer o que acha que é certo”, mas aí mora um enorme perigo: quando temos certeza que o certo é o certo? Eu não me acho a pessoa de pensamento mais centrado e correto do mundo para achar que sou capaz de compreender todos os problemas do mundo e suas repercussões para saber se aquilo que estou fazendo é realmente certo. No final eu estaria impondo soluções MINHAS nos problemas dos OUTROS. E muitas vezes posso estar aparando as pontas em vez de podando as raízes.
      Dendendend? (Tá entendendo?

  3. Polimnia,

    Eu tinha encerrado minhas considerações acerca do tema desse post, mas depois de pensar mais um pouco sobre sua ultima resposta (gosto de ir refletindo certas coisas aos pouquinhos…), fiquei achando que não me fiz entender em algumas coisas que disse.
    Sabe, não sei se foi essa a impressão que causei, mas eu não quis diminuir os problemas ou o sofrimento de quem que seja com o argumento de que acontece com todo mundo. Quando eu disse que todo mundo tem que lidar com… Quis dizer que o inexorável está aí, é impossivel fugir dele e que o melhor a fazer é… é simplesmente fazer o que se considera o melhor possivel naquele momento. E numa situação hipotética, expressei qual seria minha escolha. Tratava-se de uma situação em que, se fosse comigo, não haveria como fugir do sentimento de culpa; só que havia ali uma alternativa da qual eu nunca saberia como lidar: eu não saberia me livrar do sentimento de culpa, caso alguém que eu ame muito (coloquei meu marido como exemplo porque é com ele que estou começando um nucleo familiar meu, mas entenda-se mãe, pai, irmãos (tenho 03), primos, amigos…) fosse morto por minha causa, mais ainda se a morte fosse para me atingir. Pois é, atingiria mesmo, mais ainda do que se o alvo fosse eu. Prefiro morrer a saber que, direta ou indiretamente, causei a morte de alguém que amo.
    Sou filha de militar. Um militar que passou a vida fazendo o que achava certo: trabalhar pelo país. E eu sempre tive muito orgulho dele, sentia falta, claro, mas sempre entendia que as ausências dele se deviam ao trabalho. Acontece que ele, após se aposentar, me confessou que se sentia culpado em relação a mim, por não estar presente em determinados momentos da minha vida. Ele acredita que deveria ter pensado mais em mim e um pouco menos no país…
    Olha, o que eu quero dizer é que, assim como meu pai, eu sofro com as dores do mundo, sofro tanto que muitas vezes nem assisto telejornal pra não ter que lidar com toda aquela avalanche de informações: corrupção, desastres, violência… Sofro tanto que tento me proteger, me cuidar para poder fazer, dentro das minhas pouquissimas habilidades, alguma coisa boa, seja lá o que for…
    É claro que o meu ou o seu sofrimento não vai ser menor porque trata-se de uma coisa que acontece com todo mundo. Já perdi pessoas amadas, é uma dor que não se pode traduzir. Nesse momento mesmo estou me preparando para mais uma perda iminente, pois mais uma pessoa muito amada, que eu conheço desde que me entendo por gente, irá morrer em breve, talvez nem sobreviva ao final deste ano. E pessoas morrem todos os dias, pessoas enterram entes queridos todos os dias; e ninguém nunca vai deixar de sofrer ou sofrer menos só porque acontece com todo mundo… Mas o que eu quis colocar é que precisamos lidar com isso de alguma maneira.
    Mas eu acho que já entrei no tema do teu post seguinte, né? rs…

    Boa sexta feira, Poliminia. Fique bem.

    • Ah, eu notei que em um dos posts anteriores ficou faltando uma palavra. Isso me fez entender certas coisas que você respondeu. Quando eu disse: “Sei lá qual seria a repercussão… Não me importo com o que os outros pensam.”, faltou um “muito”: “Não me importo muito com o que os outros pensam”.
      E quando digo outros, me refiro à opinião publica e a pessoas que me conhecem só de vista e já me rotulam disso ou daquilo. Claro que a opinião dos outros importa, mas se vem de alguém que eu não conheço, que não me conhece, esse alguém chega e diz: “ah, ela é uma doidinha, uma cabeça de vento” e nem ao menos justifica, por que eu vou me incomodar? Tudo mundo tem direito de opinar sobre o que quiser, assim como eu tenho o direito de concordar ou não, de me importar ou não.
      Me importo e muito com o que aqueles que são proximos a mim pensam sobre o que eu sou e o que eu faço, principalmente se isso vai afetá-las. E, claro, se o que eu disse ou fiz atingiu alguém, magoou ou constrangeu (eu conhecendo bem ou não a pessoa), me importo sim porque na maioria das vezes isso acontece sem que seja minha intenção.
      Também é comum eu não conseguir me fazer entender muito bem. Eu digo: “odeio esse Indesign” e a pessoa entende: “se você não quer fazer então não façaocê não quer fazer o trabalho!” E eu fico: “Mas hein… O.O”
      E concordo com você! Quem sou eu pra me meter na vida de “Fulano” se ele não me pediu ajuda? Eu tento ajudar quem quer ser ajudado, e ajudado por mim. De repente o “Fulano” pode muito bem querer ser salvo pela Mulher Maravilha porque gosta de mulheres de olhos azuis, sei lá… rsrsrs
      Acho que no fim das contas o que estou tentando dizer a uns dois comentarios atrás é que não sou aquela do tipo: “faço o que quero e dane-se o mundo”. Não foi essa a idéia que eu quis transmitir.

      P.S: não consegui entrar com minha conta no twitter, teu blog é wordpress, não permite acessar pelo google, então… Só queria terminar de esclarecer mesmo…
      De novo, boa sexta feira.

  4. Eu acredito que, acima das respostas, que seriam muito pessoais, estariam as perguntas, que nos abrem um horizonte medonho. Porque, nesse caso, um super poder, implicaria em você ser um ser humano capaz de ter o seu lado sensível e o seu lado racional perfeitamente equilibrados. Humanamente, quase impossível. Não sei. Talvez porque enxergue o homem sempre incapaz de ser perfeito em sua condição humana. Imagino que, tendo super poderes, qualquer poder que seja, ele teria que estar dentro de uma ética inquestionável. Assim mesmo, algumas questões são tão complexas que eu duvidaria poder existir um ser humano capaz de conviver com essa condição de ser super em algum ponto de sua ação física. Eu, particularmente, me sentiria incapaz de assumir qualquer poder. Sabe aquela frase… “Deus, dai-me paciência, porque se me deres força… ” ? Bem…Eu nãos seria imparcial, não seria lógica… Não seria. Contudo, se eu pudesse lidar com essa questão de ter algum poder, talvez eu quisesse o poder da cura. A dor humana me parece tão palpável. Ela me constrange, me faz sentir pouca, pequena, angustiada, perdida. E não me refiro, aqui, somente às dores físicas. É aquela dor que vem com o olhar, que não carrega um sorriso, apenas aquela sensação de abandono e vazio.
    Não sei. Você levantou questões que vão ficar suspensas aqui. Voltarão, vez ou outra, para chamar-me à reflexão, para arrancar de mim mais desejos de ser mais.
    Então, é isso. Gostei muito do que eu li.
    Abraço!

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