Storymatic

Há quanto tempo, não!? Quase um ano.

Shame on me!

Tanto tem acontecido nesses últimos meses… mas deixarei isso para o C.R. contar no seu blog. Aqui no meu venho apresentar um novo brinquedinho que encomendamos para ajudar C. R. em suas criações. Também, serve como jogo, party game, mas o objetivo era mesmo o de mexer com a arte da criação.

O joguete é chamado de The Storymatic e consiste em umas trocentas cartas com Prompts. Digo, com pedaços de informações. Cada carta traz uma info que você deve usar da maneira que quiser.

1. Uma maneira interessante seria exercitar sua capacidade criativa puxando uma carta e se desafiando a usar a info que vier nela no que quer que esteja escrevendo agora.

2. Você pode puxar quantas cartas quiser, indo a partir de uma, e sair criando uma história, adicionando mais e mais cartas para ver até onde consegue ir.

3. Usar as “regras” que acompanham o jogo. Uma delas diz para você tirar 2 cartas douradas (esquerda) e criar o personagem principal a partir delas. Depois, pegue 2 cartas cobre (direita) e crie a história. Elas são os pontos de partida, mas não precisa se ater somente a elas.

Para escritores, eles dizem que tente escrever a partir delas, sem fugir do que trazem. Escreva o máximo que puder sem criar além e, depois de escrito a base, você pode voltar e começar a criar em cima disso. Sugestão interessante.

Bem, eu estava querendo sugerir uma brincadeira. Que tal se todo mês eu sortear 4 cartas, propondo que escrevamos um resumo de uma história, uma sinopse, e dos participantes votamos no melhor? Valendo um livro? Que tal!?

Tenho aqui uma pilha de Criaturas, do Rochett Tavares.

O que me dizem!?

Vamos fazer um teste?

Vou sortear as cartas douradas que deverão ser usadas para construir o personagem.

1. Pessoa que não consegue parar de pensar no sonho de ontem à noite.

2. Pessoa que não pode mais esperar.

E as cartas cobre são:

1. Lavanderia (daquelas que você vai e coloca as roupas pra lavar você mesmo).

2. Passos.

E aí? O que te vem na cabeça?

Diários diários

O título é tão somente uma forma de me alfinetar, relembrando-me de quando iniciei a usar o ViJournal (Mac, iPad, iPhone) para guardar todo e qualquer pensamento que pudesse sofrer alguma mutação e vir a se tornar algo interessante para se escrever. Quero dizer, era pra ser colocado algo lá diariamente. Infelizmente isso nunca ocorreu.

Venho aqui mostrar-lhes como organizo (se é que posso atrever-me a usar essa palavra) meus pensamentos. Primeiro existe o ViJournal, programa que cria entradas diárias de texto, som ou vídeo. Algo bem simples. E após 2 anos de uso, ele está assim…

É visível qual dos diários é o mais utilizado. Aquele chamado Sombras é o mesmo Mundo que hoje apenas chamo de “Meu Mundo“, por não achar que Sombras ainda adequado.

Abaixo, anexo a imagem da última entrada neste diário (Sombras), onde tento pela primeira vez fazer uma divisão do tempo de existência do universo em eras. Nada definitivo, mas não ficou muito longe do que acho ideal. Como isso foi apenas uma ideia solta, não é algo que considero já incorporado na história.

O sistema de busca é semelhante ao do Word ou de qualquer outro programa com tal opção. Isso facilita buscar o que preciso no meio da bagunça que costumo fazer. Acredite, é bem mais fácil e rápido que buscar lembranças em meu HD cerebral, rs.

Outro programa que uso bastante é o Springpad, para iPad, iPhone, web e existe como extensões para alguns navegadores. Ele não faz nada diferente do Evernote, mas após quase um ano tentando me acostumar com o Jotalhão, vi o quanto o Springpad era “melhor” quando vi que em apenas um dia já o utilizava sem precisar me forçar para tanto. E quando digo “melhor“, refiro-me a algo bem pessoal mesmo. Enfim, este é o meu Springpad:

Ele é o motivo pelo qual falho em criar entradas no ViJournal, pois adicionar entradas ao Springpad é mais fácil e rápido. É vero que me prontifico para transferir o que coloco no SP para o Journal, mas isso nunca acontece. 😦

E voltando ao elemento criativo da coisa… vou dar-lhes uma ideia do que é cada uma dessas entradas… os nomes são apenas palavras pelas quais me lembro do que se tratam de uma forma mais rápida. Poucos mantiveram/manterão esses títulos.

Alfa-beta: uma aventura em um planeta onde todos os seres possuem normalmente duas personalidades bem distintas. Quem foge à regra sofre de algum distúrbio a ser tratado.

Blogs: ideias para os meus dois blogs.

DaM: ideia que inicialmente me causou uma certa vergonha por ter vindo de um clip da Britney Spears. Em um mundo à beira de seu fim, a única forma de se prevenir a própria morte é dançando para entidades… enfim. Se quiser ver o clip, clica no nome da fulana-que-não-canta e tira o som. O que me importou foram algumas imagens do clip. Ah, claro, a ideia já vinha de outro lugar… MATRIX RELOADED.

Delerium: Delerium foi uma palavra tirada de um projeto musical (assim como Enigma) para nomear um jogo de RPG que criei e mestrei para amigos. Ele todo se passa no mundo dos sonhos. Isso deve ter sido por volta de 2005 ou antes. Sou péssimo com datas. Depois de algum tempo me ocorreu a ideia dos MenteCaptus. São pessoas peculiares com a habilidade de se jogar na mente das pessoas e interagir lá dentro em busca de informações e na tentativa de resolver problemas. Acho que MenteCaptus não está mais na lista por ter fundido as ideias.

DeZumanos: aventura em um mundo onde a única diferença entre os “humanos” e os “desumanos” é seu QI. Desumanos são aqueles tratados como animais num planeta onde animais como os conhecemos na terra não existem. O Z foi brincadeira com o FormiguinhaZ e com o fato da estória girar em torno de dez desumanos.

Frank: foi um conto escrito pra uma antologia a ser lançada pelo Rochett Tavares. Embora ela esteja no meu blog, não costumo divulgá-la por causa da antologia. Ela se passa durante o holocausto.

Gerações: Estória de várias gerações de um povo que encontrou uma forma única de conviver com a natureza, tornando-se um com ela através de transplantes de órgãos por frutas especiais.

Interseções: estória ainda crescendo… ela gira em torno da ideia de que “cada ser humano é um universo em si”.

Mario e o Caneco: nem devia estar mais aí. Duvido que o termine. Ele estava sendo escrito para um concurso. A estória conta a jornada de um menino tímido que se vê mudado no maior brigão do colégio e do bairro e que para isso bebia de um (a) caneco(a) que lhe dava a força e coragem de que precisava.

O Cubo: Este tevo o nome mudado para Nova Era. Assim como Gerações, tenho vontade de contar a estória de várias épocas diferentes através de inúmeros contos. Ele traz o que aconteceu após a morte do último ser humano em nosso planeta. “O Cubo” era o nome inicial, mas após escrever um conto para a última versão do concurso do FCdoB, acabei nomeando o conto e a estória toda “Nova Era”.

O Eixo do Tempo: Esse será uma casca dura em minha vida. O pensamento inicial é: e se nos deslocássemos no tempo e o espaço passasse, invertendo as ideias de tempo e espaço.

Oldar: Não me recordo de onde veio esse nome, mas é a estória de povos cujas formas de comunicação e percepção diferem absurdamente, causando interessantes acontecimentos.

Sombras: Eu sou INCAPAZ de explicar em menos de 3 horas tudo que espero que Sombras seja. No entanto, como foco, a estória traz vários grupos com crenças e organizações diferentes, trabalhando duro para impedir (ou não) o fim do mundo.

Sonhos: tento colocar aqui meus sonhos, mas acabam ficando espalhados por todo canto.

Super: estorinha pessoa que crio somente na mente enquanto tento pegar no sono… há mais de uma década… talvez duas. Um dia me perguntei POR QUE MOTIVO mantê-la somente em minha mente?

VanPyro: Como o nome diz… tem a ver com vampiros… e fogo. É a estorieta de um senhor de terceira idade que é tornado um vampiro e jogado no meio de um ritual de união de tribos. Quando a coisa não dá certo e as tribos começam a guerrear, ele se encontra no meio da disputa e sem entender ainda o que está acontecendo com seu corpo.

Zumbis: São as incontáveis regras zumbizóicas que criei para escrevem contos e livros levando-as em consideração. Cheguei a propor a ideia para o Rochett e outros e se desse certo, poderíamos criar uma antologia apenas com essas regras unindo todos os contos.

Mago: Informações sobre meu personagem de um jogo de RPG que estou jogando.

O Quarto do Sobrado: ideia de um conto onde um homem que procurava um apartamento para alugar, encontra um sobrado com preço bem acessível. Nele, apenas uma cama infantil. Sobre ela, um livro de estória… ele começa a ler e se vê obcecado em contar, não só aquela, mas qualquer história para… a cama?

TTC: informações e decisões sobre meu trabalho de conclusão do curso de especialização em Design Gráfico.

Mnemoniac: minha tentativa de criar uma criatura nova, assim como lobisomens, vampiros, zumbis…

Costumes: listas de costumes humanos que gosto de fazer quando vejo coisas que fazemos todos os dias, mas se pararmos para pensar… pq agimos assim?

Música: Tem a ver com o POST passado, onde tentei escrever músicas para espairecer.

O binóculo, o espelho, o álbum de fotografia e a mulher de meia idade: hahaha um conto que não sei onde vai parar.

De mãos atadas: Conto em que me construo como um assassino serial levando em consideração manias e esquisitices minhas.

O Buraco na Parede: Ideias pros contos que postei ONTEM.

Vale lembrar que as seguintes ideias surgiram em sonhos que tive e anotei: Sombras, O Cubo, Zumbis, Super, O Quarto do Sobrado, Gerações, O binóculo…, DeZumanos e Alfa-Beta. O resto me veio durante meus banhos, onde recarrego minha pilha criativa. RS.

Outros programas (Mac) similares ou não ao ViJournal, mas que me auxiliam em minha empreitada: Contour, OmniWriter, MacJournal, Pear Note, TimeFlyer e MindNode.

Espero que tenha sido interessante…

Até a próxima!

Alter-ego da Polineura

Vampiros e Vampiros

Olá, gentê!

Por enquanto não irei me preocupar tanto com a baixa frequência no blog por que, ainda assim, estarei atingindo um dos objetivos a que me propus: deixar registrado um espaço de ideias para que os interessados o acessem.

Então, vamos destilar o próximo assunto que foi do twitter “Lembrei de um sonho no qual eu me tornava um vampiro sempre que colocava minhas lentes de contato (grau). Meus dentes eram de vidro.”

Primeiro quero fazer uma pergunta: Quem somos nós para limitarmos o que um vampiro representa? Digo, existem tantas incontáveis versões folclóricas para tal criatura que não vejo um motivo lógico para querermos dizer que um vampiro é dessa ou daquela forma. Se você quer que o seu brilhe no sol, problema seu. Também não sou obrigado a gostar, mas não acho que esteja em nossas mãos dizer que este é ou não um “vampiro”.

Tendo dito isso, vou para a segunda pergunta: E o que é um vampiro? Para mim é um ser amaldiçoado a viver eternamente… e para isso, precisa se alimentar da vida dos homens.

Quando digo amaldiçoado, quero dizer que ser um vampiro não estava bem em seus planos. Quando eu digo que ele se alimenta da vida, não me refiro somente ao sangue, pois alguns sugam a energia vital de suas vítimas.

Seria só isso? Claro que não… eu escrevi a primeira coisa que me veio à mente. E a primeira palavra foi MALDIÇÃO. E isso é MINHA opinião, que fique bem claro. É desta forma que costumo pensar.

Mas vamos ver as características mais comuns dos vampiros pop soltos por aí.

1. problemas com o sol – uns não toleram, outros apenas ficam mais fracos, e os mais “comuns” não sobrevivem quando expostos.

2. sangue – check! Todos bebem sangue. Digo, precisam, mas uns são vegan (rs).

3. dentes – para beber sangue, mas no Fome de Viver, com David Bowie e Catherine Deneuve não era bem assim.

4. força – normalmente sobre-humana, mas em Being Human (UK) eles não parecem ter essa força toda.

5. velocidade – alguns mais outros menos velozes, mas em um filme dos anos 90 que não consigo agora encontrar referência alguma, ele tão somente era um homem com dentes afiados que não morre nunca a não ser exposto ao sol.

6. caixão – acho que está ultrapassado, mas alguns precisam de terra/areia de sua terra natal para dormir.

7. sentidos – é a mesma coisa da força e da velocidade… alguns os tem melhorados, outros não. Em uma mesma história podemos encontrar estas diferenças entre eles, vide qualquer um da Anne Rice antes de ser tocada por Jesus.

… acho que podemos listar muitos detalhezinhos como “não poder deixar de contar grãos”, “ser vulnerável à prata”, “ter medo da cruz”, “não atravessar água corrente”…

ahahah! Lembrei até de um filme cômico onde para se transformar alguém em vampiro tinha de se morder a vítima 3 vezes. E para reverter o processo, bastava-se reativar o trato digestório. Weird?!

Bem, tudo isso para dizer que quem faz o vampiro não são simplesmente seus atributos, poderes e defeitos, mas sua história. Vampiros que não sofrem e não se vêem amaldiçoados acabam parecendo super-heróis ou super-vilões tão somente. Não que não possam ser, mas estes acabam por fugir de seu manto de sugador de vida e caçador da noite. Quer queiramos ou não, o que é popular é que “dita” um pouco de como os vemos.

Então, por que não brincar com esses poderes, essas vantagens, com as desvantagens, com o sofrimento e criar algo verdadeiramente novo?

Algo que acabou de me ocorrer… eles têm espírito? Onde estariam os espíritos dos vampiros? Poderia ser esta a forma de se livrar da maldição, liberando seu espírito de algum lugar, algum limbo, alguma relíquia, algum lugar amaldiçoado?

E que tal dizer que quando um homem é infectado, a força mística do sangue e a vontade de seu criador lutam constantemente para separar o espírito do instinto, separar a humanidade da bestialidade. E toda vez que essa besta toma conta, pelo motivo que for, é como se tivesse uma experiência extra-corpórea, pois ele se destaca do próprio corpo e assiste ao banho de sangue que se segue.

E se o vampiro é uma criatura mantida por uma força mágica, por que ele mesmo não ser mágico? Digo, indo na contramão do blablablá que temos hoje em dia com tanta explicação biológica e lógica do porquê ele existe e como funciona. E temos mesmo que saber disso tudo? Ele pode até relatar como se sente, como vê as coisas e como interage diferente agora que é um novo ser, mas nem por isso todas as conclusões que tira são necessariamente corretas.

E se o vampiro é desdentado e rouba vida com um beijo, deixando para trás um corpo seco? Eu vejo os Sleepwakers do Stephen King como vampiros.

E se vampiros são mais difíceis de serem criados? Muita gente pode morrer envenenada pelo sangue do vampiro e somente uma % bem pequena ressurge. E isso pode levar muito tempo fazendo com que a pessoa surja decrépita e aos pedaços, precisando de muito sangue/vida para se recompor.

E se pessoas infectadas morrem, voltam como zumbis e somente após muito se alimentarem tornam-se vampiros? Mas unir duas criaturas? E por que não? Drácula também transformava-se em algo meio lobo meio homem.

E se os vampiros, após beberem o sangue das vítimas injetam, pelos próprios dentes (como cobras), o que as tornará vampiros? Aqui já estou tirando seu sangue da equação. Afinal, ele é um ser mágico, não precisa ter nada visível no sangue (bacterias, virus, etc) se não quisermos.

E quanto às desvantagens? Reflexo no espelho, só entrar numa casa se convidado… isso tudo você pode ver no Dark Prince como as superstições de seu país se incorporaram na lenda de Drácula, que acabaram sendo transmitidas pra figura do vampiro. E que tal buscarmos superstições nossas e distorcê-las um pouco. Seria muito trash dizer que leite com manga mata um vampiro? Ou comer feijoada à noite? LOL!

E a pergunta que não quer calar: por quê um morcego? Tá eu sei… é uma criatura da noite e existem morcegos vampiros (hematófagos). Mas, se “existem” lobisomem e panteromem, por que não existiriam outras criaturas “similares” com “base” num bicho diferente? Quero dizer, em algumas histórias vemos pessoas amaldiçoadas a se tornarem animais na lua cheia. O pano de fundo parece bem semelhante. Então, não vejo mal em se ter vampiros que tendam à outras criaturas que não o morcego. Ok… eu sei que vampiro não é uma cruza de gente com morcego, mas em muitas retratações, é.

Em Drácula vemos que é como se as lendas dos vampiros e lobisomens surgissem dele, pois ele tanto toma a forma de morcegos como de homem-lobo. E diga-se de passagem, adoro quando o lobisomem é um híbrido de respeito e não um lulu. Então, quer me dizer que ele pode tomar a forma do que quiser? Morcego, ratos, vapor, lobo…

E por que vampiros não são apenas criaturas da escuridão que tomam a forma humana para se alimentar? Isso me lembra aquele filme Mutação, das baratas gigantes que imitam homens para se aproximar das vítimas. Naquele mesmo filme que mencionei lá em cima (Dança Macabra ou da Morte), vampiros não são humanos infectados. São outra raça. Eles não estão mortos, e nascem de mamães vampiras.

Aqui voltando pra alimentação, temos muita coisa pra servir de rango pros dentuços. Se lhes falta vida, que seja a energia vital que os alimente. Se falta sangue, talvez por estarem mortos e não mais o produzirem, que seja o ouro rubro seu prato predileto. Se lhes falta um espírito… por que não, então, ser esta a sugestão do chef? E quando o espírito estiver destroçado, depois de várias visitas do ser, ele pode escolher doar-lhe seu sangue místico para que a vítima mantenha-se viva, mesmo sem seu espírito. E como estes vampiros morreriam? Eu digo que se perderem todo o sangue eles morrem. Quem sabe, se quiserem manter o sol como um elemento chave, podemos dizer que a luz do sol pulveriza o sangue… ou algo assim.

O que acham? Dentre todos já criados, quais são aqueles que melhor representam a classe? Como é um vampiro para você?

É isso…

Até o próximo post!

A Neurastênica.

Do virtual para o real

Idéia #000326

Olá!!

Gostaria de iniciar publicando neste blog dizendo que não é de meu interesse polir as idéias que vos trago. Eu as exporei e questionarei, numa tentativa de instigar em cada um de vocês, mais questionamentos para que estas idéias cresçam e, um dia, possam se tornar matéria-prima de histórias surpreendentes.

Também gostaria de esclarecer que sou uma Musa especializada em mundos. Creio que, a enorme maioria das coisas que sussurro nos ouvidos dos escritores são direcionadas ao mundo a ser povoado. Poucas ideias serão voltadas a personagens e situações específicas. Não estou, no entanto, dizendo aqui que elas não poderão povoar este blog ou meu twitter.

Iniciemos com um twitter de 1 dia atrás: E se um empresário inescrupuloso criasse um jogo online de MMORPG onde tudo se refletisse no mundo real? Não estou me referindo à magia, mas à tecnologia. Lugares dentro desse jogo seria computadores específicos, atacados em jogo e na real.

Não compreendo como funcionam as coisas virtuais nem como se dá o hackeamento de grandes empresas e a invasão que tanto ocorre por aí. Descobrir isso é trabalho de vocês. Contudo, trago-lhes a idéia onde um empresário consegue, de alguma forma, criar um jogo que se passa num mundo de fantasia e onde cada cidade deste mundo representa alguma grande corporação/empresa real. Dentro de cada cidade (corporação), cada casa e cada coisa que lá aconteça, representa alguma coisa/ação contra aquela corporação.

Esta idéia não dará, necessariamente, fruto a algo finalizado, mas poderá crescer e se juntar a muitas outras idéias e pode, quem sabe um dia, servir de pano de fundo para algo supimpa.

Discorram sobre, dêem suas idéias, critiquem, ampliem, xinguem, questionem.

E não façam de conta que não leram… ME DÊEM OUVIDOS!!! E comentem!

Até o próximo post!