As Cantigas

Olá, criaturas de luz e de trevas!

Como estamos todos?

Hoje quero falar de algo que meu alter-éguo começou a fazer e que o tem deixado bem absorto em pensamentos: escrever letras de música.

Bem, vamos do começo. Ele faz parte de um grupo que está mais para um trio, ou dupla se levar em consideração que um é “café-com-leite”, e sendo um dos membros do grupo um músico, este nos propôs escrevermos letras de música para vermos o que saia. No encontro posterior ao da proposta, o músico chegou não só com letra mas com uma tímida gravação que fez de si cantando sua criação ao violão. E ele foi o único.

Eu passara uma semana tentando, misturando palavras, trocando ideias com outras fontes, buscando sensações e frustrando-me ao extremo. Resultado, 0 bytes. Nada.

Analisamos a letra escrita por este amigo, conversamos sobre o que mudaríamos, demos outras dicas e paramos para ler algumas músicas horrorosas de cantores nacionais que, quando cantadas, ficam belíssimas. É como se perdessem o real sentido da palavra na voz e melodia.

Mais uma semana tentei e nada. O que me ocorreu? “Vou tentar em inglês”, que apesar de não ser um idioma de meu total domínio, ele me parecia ser mais elástico e melódico.

E o que quero dizer com tudo isso? Qual o motivo de estar falando disso? Ora, tendo meu alter-ego uma terrível incapacidade de síntese e objetividade, nada melhor que escrever uma música. Não me refiro à melodia e tal, só à letra mesmo. E o que seria ela se não uma síntese do que importa numa história?

Eu indico que você escolha um personagem (seu ou de outrem) e escreva uma música em sua voz. Pegue uma cena de um livro ou um livro inteiro, sei lá.

Só posso dizer que ele adorou o resultado, mesmo não estando no melhor inglês, rimando nem nada. Afinal, é apenas o primeiro passo.

E pra exemplificar os dotes musicais (cof, cof!) de meu alter-ego, ai vão duas letras baseadas no conto “A Mãe de Deus“.

Disgraced Light

Don’t lie

E você? Já tentou escrever alguma letra de música? Como se saiu? Gostou do resultado?

Você acha que o exercício te trouxe algum benefício quanto à escrita de contos/romances/etc?

Se não tentou ainda, vai lá e depois me diz como foi. OK!?

It’s bed time!

Testadas da Neurastência

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2 respostas em “As Cantigas

  1. Pingback: Caminhando e Cantando | crgondim

  2. Pingback: Diários diários | Polímnia Neurastênica

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