Do virtual para o real

Idéia #000326

Olá!!

Gostaria de iniciar publicando neste blog dizendo que não é de meu interesse polir as idéias que vos trago. Eu as exporei e questionarei, numa tentativa de instigar em cada um de vocês, mais questionamentos para que estas idéias cresçam e, um dia, possam se tornar matéria-prima de histórias surpreendentes.

Também gostaria de esclarecer que sou uma Musa especializada em mundos. Creio que, a enorme maioria das coisas que sussurro nos ouvidos dos escritores são direcionadas ao mundo a ser povoado. Poucas ideias serão voltadas a personagens e situações específicas. Não estou, no entanto, dizendo aqui que elas não poderão povoar este blog ou meu twitter.

Iniciemos com um twitter de 1 dia atrás: E se um empresário inescrupuloso criasse um jogo online de MMORPG onde tudo se refletisse no mundo real? Não estou me referindo à magia, mas à tecnologia. Lugares dentro desse jogo seria computadores específicos, atacados em jogo e na real.

Não compreendo como funcionam as coisas virtuais nem como se dá o hackeamento de grandes empresas e a invasão que tanto ocorre por aí. Descobrir isso é trabalho de vocês. Contudo, trago-lhes a idéia onde um empresário consegue, de alguma forma, criar um jogo que se passa num mundo de fantasia e onde cada cidade deste mundo representa alguma grande corporação/empresa real. Dentro de cada cidade (corporação), cada casa e cada coisa que lá aconteça, representa alguma coisa/ação contra aquela corporação.

Esta idéia não dará, necessariamente, fruto a algo finalizado, mas poderá crescer e se juntar a muitas outras idéias e pode, quem sabe um dia, servir de pano de fundo para algo supimpa.

Discorram sobre, dêem suas idéias, critiquem, ampliem, xinguem, questionem.

E não façam de conta que não leram… ME DÊEM OUVIDOS!!! E comentem!

Até o próximo post!

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6 respostas em “Do virtual para o real

  1. Essa coisa do virtual é interessante, dá pra construir uma base para reflexão bem legal. Estudei o ciberespaço na elaboração da minha monografia; isso foi há uns… anh… deixa pra lá… Mas o fato é que a questão real (palpável) X virtual dá pra desenvolver bastante, e partindo dessa ideia mesmo do empresário louco (leva a mal não, mas pra o cara desenvolver um software desse, é doido… perigosamente doido…). Fica a dica: já leu Pierre Lévy? O cara é filosofo, puxa o estudo do ciberespaço pra uma visão antropologica da coisa (“Cibercultura” e “Inteligência Coletiva”, dois livros muito bons de se ler). Há quem diga que o sujeito é otimista demais em relação ao tema em questão, e deve ser mesmo… Mas é contagiante o otimismo dele.

    • Olá!!!
      Nem acredito ter uma Super-Amiga por aqui. Que honra! Dia desses estava vendo “a outra” morrendo (Kendra?) em “The Blackest Night”.

      Quanto ao virtual VS real, é um assunto tão vasto que chega a ser tão ou mais complicado que lidar com viagem no tempo. Já começamos com “o que é virtual”?

      Como podemos dizer que algo não é real se nosso cérebro diz que é. Quantas vezes não sonho com os 5 sentidos sendo banhados por tudo que é normal em minha vida acordada?

      Anotei já a dica. Não li e, na verdade, nunca ouvira falar de Pierre Lévy.

      Obrigado pela visita e “fly safe”.
      @Polineura (meu alter-ego sempre se mete a escrever por mim)

  2. Eu acreito que muitos possam utilizar essas ideias mirabolantes em algum momento. E como você disse, juntar essas ideias a outras.
    Eu vim dar uma passeada básica por aqui.
    Estou gostando do que leio. Vou procurar deixar comentário em tudo.
    Abraços!

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